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A Metodologia ”GC”.

23/08/2016 3:51 pm Comentários

Metodologia de trabalho, o nosso ecossistema.

A Game of Colors Creative Studio surgiu com o propósito de possuir voz própria e de ser uma opção diferenciada no mercado. No início estávamos nadando em oceanos vermelhos e pulsando abertamente ao alcance dos tubarões. Com o passar do tempo aprendemos que a diversificação, interdisciplinaridade e a inovação seriam o nosso ponto de partida para nos redirecionarmos a lugares e mercados com melhor visibilidade, oceanos azuis das possibilidades, para livres velejarmos em águas cristalinas.

Com essa tomada de decisão, resolvemos desenvolver uma metodologia diferente, baseada em algumas já existentes, porém aonde tivéssemos a chance de dar o nosso toque pessoal, totalmente de acordo com as nossas habilidades, sensibilidades, empatia e visão.
Tomar uma decisão deste espectro não é fácil, mas seguindo a frase ”Navegar é preciso” decidimos colocar tais fundamentos em prática.

Com a criação deste novo ecossistema de trabalho ficou claro o nosso objetivo de interação e sintonia com as realidades do mercado, porém, utilizando e destacando aquilo que realmente gostamos e acreditamos. Vejam bem, acreditar na própria marca é imprescindível para podermos ser reconhecidos e respeitados, e é apenas uma de muitas etapas para o crescimento do estúdio.

A área do Design é diferente das demais e existem bilhões de sinapses para serem conectadas, diversas subáreas, meios para os fins, e a cada dia novas maneiras de se pensar e criar são aperfeiçoadas e que acabam mudando da noite para o dia.

Hoje advento das tecnologias, possuímos novas interfaces, habilidades, precisamos de  hardwares capacitados para poder operar melhores  softwares(2D e 3D), porém nada disto é possível e aceitável se o material humano não estiver apto à contra balancear tamanha enxurrada de informações, tecnologias e tendências. É necessário o toque humano, a pesquisa, empatia, sensibilidade, a capacidade de dosar determinadas etapas do processo e a humildade de reconhecer que existem outros caminhos.

Dentro da nossa bagagem interdisciplinar resolvemos que toda essa informação precisaria de uma filtragem e que isto seria aplicado dentro das nossas aptidões e desenvolturas, explorar os pontos positivos e expandir o conhecimento para outras áreas do nosso interesse.
A nossa metodologia engloba às áreas do design gráfico, design industrial, marketing, redação e os processos criativos que nos fazem adequar a cada projeto.

Cada área acima citada possui subitens, ou seja, funciona tudo de maneira setorizada em conjunto dentro de um ecossistema circular e que se ajusta à necessidade do cliente, unindo a parte prática e a parte científica, pois, convenhamos, Ciência não faz mal a ninguém, muito pelo contrário, ela nos dá as ferramentas necessárias e de como extrair o melhor delas.

Gostamos de destacar a nossa busca por resultados relevantes e que só são possíveis através da Pesquisa e as infinitas possibilidades de realizá-las. Como toda Metodologia ela é modificável, e pode-se moldar de acordo com a necessidade do Projeto, o círculo pode crescer e ampliar a sua gama de opções, como também o círculo pode encolher e se simplificar para se adequar a projetos mais modestos mas que não são menos importantes do que os outros.

Para a Game of Colors Creative Studio todo cliente é importante. Dentro deste contexto ressaltamos que consideramos primordial à interação entre Estúdio/Cliente e a troca de informações para podermos ter resultados cada vez melhores e que consigam engajar o seu respectivo público da marca que estamos cuidando, dando cada vez mais ênfase nos pontos positivos e eliminando as fraquezas.

Vale ressaltar a importância e o comprometimento do cliente com a sua marca e de fornecer as informações necessárias para o melhor entendimento das problemáticas, assim poderemos utilizar as ferramentas necessárias para se chegar às devidas resoluções. Para nós informação é tudo e quanto melhor for o nosso relacionamento com o cliente mais objetivos serão alcançados e mais forte a marca será.

Abaixo segue a nossa metodologia batizada de ”GC” e que é baseada em uma metodologia já existente porém, adequada aos nossos requisitos e habilidades. backup

Ingo Maurer

16/07/2015 3:39 pm Comentários

Ele já foi chamado de “o mago da luz”. A verdade é que o multipremiado designer de luminárias Ingo Maurer surpreende com cada criação sua. Por vezes não tanto pela beleza estética, mas porque a sua busca em provocar sensações e capturar emoções da luz dando-lhes formas físicas é sentida por quem olha para os seus trabalhos. Em uma entrevista ao jornal “The New York Times”, ele explica: “As pessoas subestimam o poder da iluminação. O que ela pode fazer. Como ela pode soltar uma pessoa ou deixa-la tensa e aborrecida”.

Ingo Maurer cria luminárias há mais de 40 anos. Filho de um pescador, o designer nasceu e cresceu na ilha de Reichenau, no Lago Constança, no sul da Alemanha. Ele começou a trabalhar como assistente tipográfico na Suíça e na Alemanha, onde completou em Munique, no ano de 1958, o seu curso profissionalizante de design gráfico. Em 1960, Maurer se mudou para Nova York para trabalhar como freelancer na área do design, mas três anos mais tarde, regressou à Europa, onde definitivamente iniciou a carreira que o tornaria famoso.

Em 1966, já certo de que iria “iluminar o mundo”, ele fundou a sua primeira empresa de design, a “Design M”, e criou a sua primeira luminária – “Bulb” – uma luminária de mesa com o formato de uma lâmpada que projeta uma luz fraca e de baixa voltagem.  A empresa mudou de nome para “Ingo Maurer GmbH” e a sua primeira criação foi incluída na coleção de design do museu de arte moderna de Nova York (MoMA), onde está até hoje, acompanhada por outras das suas peças mais conhecidas.

Em pouco tempo, as criações de Maurer ganharam o cunho de “iluminação contemporânea”, e nos anos que se seguiram, os seus clientes e as suas coleções começaram a crescer. As luminárias isoladas e as suas instalações de luz, área a que Maurer se dedicou de corpo e alma, valeram-lhe a sua primeira exposição na Itália em 1968 e o crescimento da sua empresa e do seu nome no mundo do design.

Em 1984, desenhou a instalação “YaYaHo” para a exposição “Lumieres je pense a vous”, no centro de arte contemporânea Georges Pampidou, em Paris, que virou sucesso imediato, e que consistia em duas cordas de metal com lâmpadas de hidrogênio na ponta. A instalação migrou depois para o Villa Medici em Roma e para o Instituto francês de Arquitetura em Paris. Em 1986, o seu trabalho foi reconhecido pelo ministério da cultura francesa, que o premiou com a medalha de “Cavaleiro das Artes e das Letras”.

Três anos mais tarde, em 1989, Maurer criou um trabalho de luz não comercializado para a Fundação Cartier para a Arte Contemporânea em Paris, organizado em uma exposição intitulada “Ingo Maurer: Lumière Hasard Réflexion”.

Várias exposições e prêmios se seguiram durante os anos 90. Duas das suas mais famosas criações, que estão agora também no MoMA, foram criadas nessa época: “Lucellino”, de 1992, uma lâmpada envolta em asas de penas de ganso presa a um cabo, e “Porca Miseria!”, de 1994, uma luminária de teto feita com pedaços de porcelana partida que dá o efeito de “explosão”.

Em 1997, foi nomeado Designer do Ano pela revista “Architecture & Living” e fez parte de uma outra exposição do MoMA, intitulada “Projects 66”, em parceria com os irmãos Campana. Em 1999, abriu a sua primeira loja em Nova York e iniciou as suas primeiras experiências com tecnologias de iluminação de LEDs, depois de já ter desenvolvido luminárias que acendiam com som e toque.

A importância que Ingo Maurer dá as suas criações, com a funcionalidade aliada a uma técnica impressionante e a uma leitura nova do significado de iluminação, tornaram o seu trabalho reconhecido e requisitado em várias áreas. Em 1999 o designer japonês Issey Miyake solicitou a Maurer uma instalação com efeitos especiais para o seu desfile em La Vilette. Posteriormente, ganhou o prêmio de designer atribuído pela prefeitura de Munique, para a qual em 2011 desenvolveu o projeto de iluminação da estação de trem de Marienplatz.
Em 2005, com exposições e prêmios conquistados pelo mundo, foi nomeado Designer Industrial Real pela Real Sociedade das Artes de Londres e posteriormente foi nomeado Doutor Honoris Causa pelo Real Colégio das Artes londrino.

Hoje, com mais de 75 anos, as suas criações, sempre presentes nas feiras de design mais conceituadas do mundo, atraem multidões. As suas instalações de luz, sejam elas constituídas por fios de luz que remetem a insetos ou velas penduradas por fios invisíveis no teto, muito semelhantes às luminárias de Hogwarts, o castelo de Harry Potter, enchem o olhar de quem as vê e têm apenas um objetivo, bem definido por Maurer: “Iluminar o sentimento humano”.

Em São Paulo é possível encontrar algumas obras de Maurer na FAStrade, R. Joaquim Antunes, 190 – Pinheiros, São Paulo.

Uma breve História da Luz Cênica

28/04/2015 6:41 pm Comentários

A Iluminação Cênica:

Iluminação cênica é a arte, técnica e ciência de projetar a implementação de fontes de luz, a sua focagem, temperatura de cor e respectiva intensidade dos espectáculos de teatro, cinema, dança, ópera e música, entre outras.

A história da Iluminação tem sua origem na Grécia Antiga,por volta do séc. V a.C , quando das primeiras encenações de tragédias e comédias feitas ao ar livre nos anfiteatros, onde a luz do Sol era utilizada para criar ainda que mínimo algum efeito cênico.

Com o passar dos anos,após a construção dos primeiros edifícios teatrais no séc. XVI durante o período Renascentista na Europa,muitos encenadores debruçaram-se sobre esta vertente como o italiano Leoni Di Somi (1527-1592), um dos precursores no pensamento de escurecer a platéia para que todo o foco se concentra-se no espaço cênico.Nesta fase, o fogo assumiu esta função de iluminar por meio de tochas, velas suspensas em candelabros e lamparinas que por causa do mau cheiro da queima do óleo, acumulo de fumaça derretimento da cera e o risco iminente de incêndios faziam dessa prática muito arriscada.

Não existia no teatro , a função do iluminador, quando este era necessário, sua função era desempenhada pelos cenógrafos, muitos deles arquitetos, que no processo de desenvolvimento de dispositivos acabavam por colaborar significativamente para o desenvolvimento da iluminação, tal como Nicola Sabbatini (1574-1654), que criou o primeiro sistema mecânico para controle de intensidade de luz, hoje conhecido como dimmer,mais tarde que viria a ser aperfeiçoado pelo americano SamuelPierpont Langley (1834- 1906).

A iluminação cênica viria a sofrer uma grande transformação com a descoberta das propriedades da energia elétrica Dessa forma, foi possível conceber de fato à luz um papel artístico e estético. Um dos pioneiros neste campo foi Adolphe Appia (1862 – 1928), considerado desenhista de luz por criar efeitos ,aproveitar os contrastes entre luz e sombra além de utilizar-se das possibilidade da tridimensionalidade dos corpos dos atores e cenários. Na parte técnica foi notável o aperfeiçoamento de série de equipamentos como a resistência de água e sal, que embora rudimentar trouxe mais precisão ao controle de luz. Outras inovações foram a criação das primeiras unidades de medidas como o fotocandle, lux e lúmen A partir de 1900, os primeiros refletores propriamente ditos começavam a serem aperfeiçoados e com isso houve uma melhora no direcionamento e focagem da iluminação.

Atualmente na área da decoração muitos fotógrafos tem utilizado das técnicas de Iluminação Cenica para criar ambientes com mais requinte e sofisticação e criar diferenciais para poder apresentar toda a qualidade que os ambientes decorados sugerem e apresentam, dando atenção especial à composição, ao Design dos produtos e a arquitetura diferenciada da composição, seja ela de paisagismo, interiores ou de projeto.

Abaixo segue o projeto do light designer Rafael Serradura, o responsável pelo projeto luminotécnico do jardim assinado pela dupla de arquitetos Eduardo e Beatriz Fernandez Mera, um dos destaques da Casa Cor 2012. A Lâmpadas Golden, que é parceira do projeto, forneceu 200 lâmpadas para a criação de uma iluminação cênica na ‘Praça Casa Cor’, ambiente de 700 m² que homenageia a top model Gisele Bündchen e que será transformado em passarela durante o evento.

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Fonte: Revista Casa Cor 2012

Palestra Game of Colors na Univali – Design de Entretenimento (Games, cinema, produtos infantis)

28/04/2015 5:31 pm Comentários

 

No dia 26/03/2015 o Designer Industrial Fabiano Pacheco Barbieri  deu uma palestra na UNIVALI para o pessoal do Curso de Design de Jogos.

Nesta palestra ele Falou sobre o seu trabalho, artistas que estudou (e que continua estudando e se inspirando), comentou sobre técnicas, estilos, ferramentas e apresentou alguns trabalhos que fez como Designer de Entretenimento.

O Design de Entretenimento é um mercado que ganhou muita força nos últimos 10 anos, com a grande evolução tecnológica dos videogames e PC´s customizados,  a capacidade técnica dos profissionais que atuam neste segmento que já era excelente foi elevado à outro nível, junto com a inclusão de ferramentas e softwares digitais que aceleraram o processo criativo e de cumprimento de prazos rígidos, o ”time table” das grandes propriedades intelectuais é bastante apertado e a criatividade e diversidade se tornaram peças-chave para a criação e lançamento de novos títulos que impressionam nos quesitos técnicos, porém também na habilidade de seus roteiros e storytelling.

Foram mostradas algumas peças que o Designer criou para o Studio CAAN de São Paulo, além de trabalhos pessoais e também de outros projetos como freelancer.

Fabiano citou algo bastante interessante e que empolga em relação aos alunos do Curso de Design de Jogos da Univali:

”Um ponto que achei bastante interessante foi o envolvimento dos alunos e de descobrir que neste curso em particular todos (ou na sua grande maioria) são muito empenhados, dedicados e estão sempre querendo mais, em suma: Foi muito gratificante falar sobre Design e poder rever meus mentores, amigos e hoje colegas de profissão. Agradeço ao professor Irineu Gallopela oportunidade, ao Professor Álvaro, Professor Giovani Voltolini, ao Professor Duda Borba e a Bianka Frisoni coordenadora do Curso de Design de Jogos da Univali.”

Em anexo algumas imagens da Palestra e alguns trabalhos do Designer que além disso atua como Designer Gráfico / Branding Strategist no estúdio de Design Game of colors & Hartmann Marketing.

1 2 3 4 5 6 01 - DESIGN INDUSTRIAL_RENDERINGS 1 -O mestre de Ellora - Cleber Pacheco- ARTE FINAL CONCEPT_05 RENDERING - 06_EM_CAMADAS cópia LANDSCAPE5 MECHA SUIT RENDERING 001_1 MECH_o Rendering 016 concept01_1

 

 

 

 

A Definição de Branding

22/05/2014 7:38 pm Comentários

blog branding photo

Brand pode ser definido como um nome, termo, sinal, símbolo ou design, a combinação de todos estes elementos para identificar os bens e os serviços de um vendedor ou grupo de vendedores e para diferenciá-los de outro grupo de vendedores.

Os objetivos que uma boa marca devem atingir são:

  • Entregar a mensagem de maneira clara
  • A confirmação da sua credibilidade
  • Conectar os alvos da sua prospecção de maneira emocional
  • Motivar o comprador
  • Concretizar a lealdade do usuário

Para se obter Êxito com o uso do Branding deve-se entender os desejos e necessidades dos consumidores e os prospectos.
Você faz isso de uma maneira que possa integrar as suas estratégias de marca através da sua empresa a cada peça que entra em contato com o público.

A sua marca reside dentro dos corações e mentes dos consumidores, clientes e prospectos. É uma soma de todas as experiências e percepções deles, algumas estas que você pode influenciar, e outras que não pode.  Uma marca forte possui valor inestimável, pois a batalha do dia a dia por consumidores se intensifica.

É importante investir tempo em pesquisas, definindo e fundamentando de maneira intensiva as estruturas de sua marca. Pois, a sua marca é a fonte de promessa para o seu consumidor. É a peça chave, fundamental no seu marketing de comunicação e indispensável para o seu negócio.

O que Branding significa e quais são as estratégias de MARKETING da sua EMPRESA?

 

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